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Jan 07

Com a liberalização do mercado eléctrico, multiplicam-se os fornecedores e os tarifários. Valerá a pena continuar com o mesmo plano ou poupará se mudar? Deve manter a potência contratada ou alterá-la? Será melhor optar pela tarifa simples ou pela bi-horária? O nosso simulador dá resposta a estas questões.

Basta introduzir os dados do seu perfil de consumo. Se precisar de ajuda para preencher o formulário que se segue

http://www.deco.proteste.pt/default.aspx?show=148826&src=431711

publicado por SoniaGuerreiro às 17:00

Bebés recém-nascido ouvem música com uns enormes headphones na maternidade do First Private Hospital, em Kosica-Saca, no Leste da Eslováquia.

O programa experimental começou há quatro anos e ao que parece traz aos bebés bem-estar e harmonia depois do nascimento.

Mozart e Vivaldi são os compositores mais populares.

publicado por SoniaGuerreiro às 14:57
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Ando atarefada com a roupa que hei-de levar ao casamento!
publicado por SoniaGuerreiro às 12:19
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Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião...
Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.

Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade   quando for preciso.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a
mesma...

Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.

Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar...
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.

Fácil é ditar regras e,
Difícil é segui-las...

(*) Título original: Reverência ao destino (Carlos Drummond de Andrade)

publicado por SoniaGuerreiro às 12:12
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A dor é, por vezes, tão insuportável que se procura um quarto escuro e silencioso.
É a enxaqueca, uma patologia neurológica com custos sociais preocupantes e que priva os indivíduos das suas faculdades durante as crises. A proporção da sua prevalência é de 2 mulheres para 1 homem.

A enxaqueca é entendida como uma patologia incapacitante e assume muitas variedades. O início das crises projecta-se, por vezes, na primeira infância. Os adolescentes são igualmente atingidos, mas com sintomas ligeiros e de curta duração, quando comparados aos adultos.

O tempo de duração das crises é variável, segundo nos explica o Prof. Pereira Monteiro, neurologista no Hospital de Santo António, no Porto, e presidente da Sociedade Portuguesa de Neurologia (SPN).
«Chegam a durar entre 4 a 72 horas e a frequência com que surgem situa-se, em média, entre duas a seis crises de enxaqueca por mês.» Se estes limites forem ultrapassados, poderá não ser enxaqueca ou então estará associada a uma outra patologia, por identificar.

Este responsável aproveita para salientar os custos sociais da elevada prevalência e frequência de crises de enxaqueca: «Obriga a perdas de dias de trabalho e leva à diminuição das capacidades do indivíduo em mais de 50%, durante as crises.»

Olhando para as formas mais comuns, temos a enxaqueca sem aura, que afecta 60% da população com enxaqueca. Por outro lado, a enxaqueca com aura atinge uma franja de 10 a 20% dos doentes com enxaqueca. Neste caso, considera-se as auras visuais, que se caracterizam pela visualização de luzes, de cores diferentes, formas em espiral, linhas em paliçada (a cor ou a preto e branco) que se alternam em flashes.

Noutras manifestações da aura, próprias da enxaqueca, podem surgir formigueiros, falta de força na totalidade ou numa metade do corpo. As perturbações da fala ou as alucinações constituem sinais mais raros. A enxaqueca surge em indivíduos geneticamente predispostos, com uma vasta história desta doença na família. Mas também existem factores exógenos que a desencadeiam.

«As perturbações do sono, o stress, determinados alimentos que ingerimos, como o queijo, o chocolate e citrinos são factores exteriores ao indivíduo que conduzem a um quadro de enxaqueca», considera este especialista. Esta doença neurológica é crónica e tem uma expressão clínica que se revela de forma intermitente, ou seja, vai e volta.

«Esta doença provoca incapacidade nos indivíduos que dela sofrem, seja nos estudos, no trabalho doméstico ou no desempenho profissional», esclarece Pereira Monteiro, que nos aponta alguns dados relativos a um estudo realizado na cidade do Porto: «Verificámos que 9% dos indivíduos padece de formas de enxaqueca pura e que 12% apresenta quadros desta doença associados a cefaleias de tensão.»

Na opinião deste clínico, a enxaqueca não tem sido tratada da maneira mais correcta, isto é, logo ao primeiro tratamento. Por vezes, os tratamentos demonstram uma eficácia reduzida, o que leva a um efeito perverso: os doentes não voltam ao consultório do médico.

«Agora existem novos medicamentos e abordagens terapêuticas que tendem necessariamente a resolver o problema do paciente no primeiro tratamento», afirma Pereira Monteiro. No entanto, o presidente da SPN previne que cada caso é uma realidade específica, merecendo uma abordagem particular.

Travar a dor

O tratamento é elaborado caso a caso. Mas, de uma forma geral, eis as orientações terapêuticas para casos de enxaqueca moderada ou grave:

  • Utilização de fármacos mais potentes, como os triptanos, que apresentam um bom grau de eficácia;

Tratamento preventivo:

Quando as crises são muito frequentes e severas o suficiente para causar incapacidade na pessoa, a recomendação aponta para a toma diária de comprimidos durante um período de dois a seis meses.

Sem comprimidos à mão

Aconselha-se o repouso, o silêncio, a escuridão e o sono, porque dormir ajuda a que a crise passe. Mas a medicação é insubstituível.

Os sintomas da enxaqueca

  • Dores intensas e latejantes em metade ou na totalidade da cabeça;
  • Agrava-se com o esforço;
  • Alivia com o repouso e o sono;
  • Causa osmofobia (intolerância ao cheiro), fonofobia (intolerância ao barulho) e fotofobia (intolerância a luz);
  • Náuseas e vómitos; nas crianças pequenas este é um dado que ajuda a identificar a doença, bem como as explicações que elas dão sobre o que sentem.

publicado por SoniaGuerreiro às 12:04
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