15
Fev 07

O pediatra catalão acredita que uma criança ensinada a dormir é “mais feliz, tem melhor aproveitamento escolar e mais saúde”.

Aprender a dormir desde o berço é um passo fundamental para uma vida saudável. A garantia é dada pelo pediatra catalão Eduard Estivill, especialista em perturbações do sono, que há 15 anos descobriu um método para ajudar milhares de famílias a curar a insónia dos seus filhos.
 
O livro “Método Estivill”, lançado recentemente em Portugal pela Dom Quixote, é um guia prático que ensina os pais a habituarem os seus filhos a dormir um sono prolongado. O hábito de dormir deve acompanhar a criança desde os primeiros meses de vida, por isso Estivill defende que aprender a dormir correctamente é tão importante como aprender a comer bem. Quando o ensino é executado de forma correcta, as crianças entre os 6 meses e os 5 anos aprendem este hábito fundamental para o seu desenvolvimento em apenas uma semana.
Com mais de um milhão e meio de livros vendidos só em Espanha, o pediatra catalão e responsável pela Unidade de Alterações do Sono no Instituto Dexeus, em Barcelona, assegura que o seu método assenta em estudos científicos concretos, apresentados em congressos e publicados em revistas médicas conceituadas.
Um método inovador
Aos 7 ou 8 meses, 70% das crianças têm o seu relógio biológico em pleno funcionamento, o que os leva a dormirem sonos contínuos ao longo da noite. Porém, os restantes 30% precisam de aprender rotinas ou hábitos do sono. É, sobretudo, aos pais destas crianças que o “Método Estivill” se destina.
Mais importante do que aplicar correctamente os passos explicados no seu último livro, traduzido em 18 idiomas – no qual também é oferecido um CD com a explicação do método em 20 minutos –, é a forma como “os pais transmitem esses ensinamentos aos seus filhos”, refere o autor.
“Uma criança a quem o método seja ensinado correctamente consegue dormir bem, é mais feliz, menos ansiosa, tem melhor aproveitamento escolar e mais saúde”, garante.
No livro ou no CD, os pais encontram pequenos truques para porem os seus filhos a dormirem sozinhos. O primeiro desafio consiste em dar-lhes elementos externos, uma chupeta ou um boneco, que os irão acompanhar durante o período de descanso. O que não pode acontecer é “darmos-lhes coisas para dormir que depois lhes retiramos, como a mão do pai ou da mãe”, explica o pediatra.
Assim, a criança deve ser deitada todos os dias à mesma hora, com a chupeta e o boneco, e os pais devem falar-lhe num tom muito suave, explicando-lhe que ficará sozinha mas que eles nunca a abandonarão. É essencial que se sinta segura. Após deixarem o quarto do filho, os pais devem aguardar um minuto e, se ele reclamar porque ainda não sabe dormir sozinho, devem voltar a entrar e fazê-lo sucessivamente, sempre em curtos intervalos, até que adormeça. “É vital que os pais não toquem na criança durante este processo e que não cedam às suas reclamações que visam apenas chamar a atenção dos adultos”, avisa o pediatra.
Segundo Eduard Estivill, uma vez aplicado correctamente, “o método é infalível” e a criança conseguirá “dormir ciclos de 10, 11, ou 12 horas seguidas”. O mesmo se aplica a crianças de 4 ou 5 anos, sem hábitos de sono construídos. “A única diferença é que os pais terão de ser melhores professores”

Eduard Estivill ao Expresso

publicado por SoniaGuerreiro às 14:30
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Governo dá tolerância de ponto na terça-feira. Apesar de não ser feriado, os funcionários do Estado não vão trabalhar na próxima terça-feira. A decisão do Executivo foi hoje publicada em Diário da República .
Eu meti um dia de férias amanhã, a minha chefe deu-me a segunda, fico uma semana (5 dias) em casa. Que bom!
publicado por SoniaGuerreiro às 14:10
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14
Fev 07

Conta uma velha lenda dos índios Sioux, que uma vez, Touro Bravo, o mais valente e honrado de todos os jovens guerreiros, e Nuvem Azul, a filha do cacique, uma das mais formosas mulheres da tribo, chegaram de mãos dadas, até a tenda do velho feiticeiro da tribo ...
- Nós nos amamos... e vamos nos casar - disse o jovem.
- E nos amamos tanto que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã... alguma coisa que nos garanta que poderemos ficar sempre juntos... que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até encontrarmos a morte. Há algo que possamos fazer?

E o velho emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:
- Tem uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada...
Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia, e apenas com uma rede e tuas mãos, deves caçar o falcão mais vigoroso do monte e traze-lo aqui com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia.
E tu, Touro Bravo - continuou o feiticeiro - deves escalar a montanha do trono, e lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias, e somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la trazendo-a para mim, viva!
Os jovens abraçaram-se com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada... no dia estabelecido, à frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves dentro de um saco.
O velho pediu, que com cuidado as tirassem dos sacos... e viu eram verdadeiramente formosos exemplares...
- E agora o que faremos? - perguntou o jovem - as matamos e depois bebemos a honra de seu sangue?
Ou cozinhamos e depois comemos o valor da sua carne? - propôs a jovem.
- Não! - disse o feiticeiro, apanhem as aves, e amarrem-nas entre si pelas patas com essas fitas de couro... quando as tiverem amarradas, soltem-nas, para que voem livres...
O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado, e soltaram os pássaros... a águia e o falcão, tentaram voar mas apenas conseguiram saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela incapacidade do voo, as aves arremessavam-se entre si, bicando-se até se machucar.
E o velho disse: Jamais esqueçam o que estão vendo... este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão... se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar-se um ao outro... Se quiserem que o amor entre vocês perdure...Voem juntos mas jamais amarrados".

publicado por SoniaGuerreiro às 09:00
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12
Fev 07

Um ancião índio descreveu os seus conflitos internos da seguinte maneira:
- Dentro de mim tenho dois lobos. Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom. Os dois lobos estão sempre à briga.
Quando lhe perguntaram qual o lobo que ganhava a briga, o ancião respondeu:
- Aquele que eu alimentar.

publicado por SoniaGuerreiro às 22:21
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Hoje fiquei triste!

Só tenho que pedir desculpa pelo que se sucedeu!

Desculpa, mil vezes desculpa!

publicado por SoniaGuerreiro às 21:42

A novela está ao rubro, não perco um, quer-se dizer, tento não perder!

Na vida de cada um de nós ainda há muito por escrever!

publicado por SoniaGuerreiro às 16:15
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Começamos a semana um pouco mal, com sismo!

Eu senti-o, e muito bem, assustei-me claro que só pensava na minha filha.

Mas não passou de susto!

publicado por SoniaGuerreiro às 16:11
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Uma mãe austríaca manteve as suas filhas presas num quarto escuro durante sete anos perto da cidade de Linz, no Estado da Alta Áustria. A mulher tratava as filhas como animais, revelou, anteontem, o jornal austríaco "Österreich". Apesar do caso ter sido descoberto pela Polícia há cerca de um ano, a notícia só agora veio a público. O caso da mulher, que, segundo o jornal não suportava o facto de estar divorciada, vai brevemente a tribunal, em Klagenfurt.

A acusada trancava-se em casa, arrumada no exterior mas descuidada interiormente, com as três filhas. A mãe, uma jurista, fechava as cortinas, tirava todas as lâmpadas da casa e proibia que Viktoria, Katharina e Elisabeth, de 6, 10 e 13 anos, fossem ao colégio. As autoridades locais afirmaram que ela mesma ensinava as filhas em casa. O jornal austríaco divulgou a suspeita de que a educação era, na verdade, uma forma de as submeter a uma lavagem cerebral para que as meninas rejeitassem o pai.

O "Österreich" conta que o pai das meninas tentou vê-las em inúmeras ocasiões, mas foi sempre impedido pela ex-mulher.

Enquanto isso, segundo o jornal, as três meninas viviam com pouquíssima higiene e mal viam a luz do dia. Não tinham mais contactos sociais e brincavam com os ratos que eram abundantes na casa e aos quais davam apelidos.

A terapeuta que está a cuidar das meninas, Waltraud Kubelka, contou que elas desenvolveram um idioma próprio, quase incompreensível. A filha mais velha de-senvolveu "invalidez psicossocial" incurável, segundo Kubelka.

A Polícia só retirou as crianças da casa após repetidas reclamações dos vizinhos. A mulher está presa preventivamente há mais de um ano.

In Jornal de Noticias

 

publicado por SoniaGuerreiro às 15:51
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Tirei umas férias do meu blog, mas agora  ........... estou de volta!

publicado por SoniaGuerreiro às 15:50
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