28
Nov 07
Hoje recebi este email:


Acontece desta forma:
− Por cada 100 euros que o patrão paga pela minha força de trabalho, o Estado, e muito bem, tira-me 20 euros para o IRS e 11 euros para a Segurança Social;
− O meu patrão, por cada 100 euros que paga pela minha força de trabalho, está obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75 euros para a Segurança Social;
− E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo, o Estado, e muito bem,retira ao meu patrão outros 33 euros;
− Cada vez que eu, no supermercado, gasto os 100 euros que o meu patrão pagou, o Estado, e muito bem, fica com 21 euros para si.
Em resumo:
− Quando ganho 100 euros, o Estado fica quase com 55;
− Quando gasto 100 euros, o Estado, no mínimo, cobra 21;
− Quando lucro 100 euros, o Estado enriquece 33;
− Quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro, registo os meus negócios ou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase metade das verbas envolvidas no caso.
Eu pago, e acho muito bem, portanto exijo:
− Um sistema de ensino que garanta cultura, civismo e futuro emprego para os meus filhos;
− Serviços de Saúde exemplares;
− Um hospital bem equipado a menos de 20 km da minha casa;
− Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o país;
− Auto-estradas sem portagens. Pontes que não caiam;
− Tribunais com capacidade para decidir processos em menos de um ano;
− Uma máquina fiscal que cobre igualitariamente os impostos;
− Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar, a reforma garantida e jardins públicos e espaços verdes bem tratados e seguros.... Polícia eficiente e equipados... os monumentos do meu paísbem conservados e abertos ao público... uma orquestra sinfónica... que não haja um único caso de fome e miséria nesta terra...
Na pior das hipóteses, cada 300€ em circulação em Portugal garantem ao Estado 100€ de receita.
Portanto, Srs. Governantes, governem-se com o dinheiro que lhes damos porque nós queremos e temos direito a tudo aquilo.
assinado
Um português contribuinte.

Meus amigos. Este é seguramente um "mail" que todos temos a obrigação de passar


________________::_______________
Achei interessante!!!
publicado por SoniaGuerreiro às 22:37
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Se considerarmos o abraço como uma forma universal de obtenção de contato profundo, físico e afetivo, poderemos usá-lo como um dos possíveis instrumentos de terapia. O gesto de alargar os braços é sinal universal de paz e fraternidade; é um gesto ligado à idéia do abrir-se, à sensação de ficar em contato mais íntimo com o próximo e de estar em disponibilidade para acolhê-lo.
Podemos pensar que tinha esse valor porque o primeiro movimento da criança que chora e se dirige à mãe é o de levantar os braços para ser tomado ao colo e, no abraço, têm fim tanto seu protesto quanto seu desespero pela ausência ou afastamento dela. Podemos nos lembrar também de que, abrindo os braços, sentimos uma sensação de liberação, um endireitamento da espinha dorsal, a possibilidade de que a cabeça e olhos se mantenham sustentados e sem tensões, certa expansão da respiração no ventre e no tórax. Se tudo isso ainda vem acompanhado de um contato caloroso, muscular e epidermicamente gratificante, podemos entender como esse gesto é fonte de felicidade e consegue fazer brilhar os olhos. 

De Jerome Liss e Meurizio Stupiggia, do livro "A Terapia Biossistêmica"
 
publicado por SoniaGuerreiro às 22:27
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27
Nov 07
Dedico este post á minha amiga Piteca.
A casa dela foi uma das atingidas no prédio onde se deu a explosão, o Martim, seu filho de apenas 3 anos, ficou ferido. Ficaram sem casa, mas felizmente conseguiram recuperar muita coisa, ainda bem.
Agora é uma vida nova! Assim que tiver oportunidade irei visitar-te.
Força amiga, muita força!
publicado por SoniaGuerreiro às 21:46

23
Nov 07
 
publicado por SoniaGuerreiro às 19:52

21
Nov 07
A coisa mais injusta da vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás para frente. Nós deveríamos morrer primeiro, livrarmo-nos logo desse peso. Depois viver num asilo, até sair de lá para fora por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Trabalhar 40 anos até ficar novo o suficiente para poder aproveitar a reforma. Curtir muito, beber bastante álcool, fazer festas e preparar-se para a faculdade. Ir para a escola, ter várias namoradas, ser criança, não ter nenhuma responsabilidade, tornar-se um bebezinho de colo, voltar para o útero da mãe, passar os seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um óptimo orgasmo! Não seria perfeito?
Charles Chaplin
publicado por SoniaGuerreiro às 15:23

As ruas da cidade de Beja vão voltar a brilhar durante a época natalícia, com as tradicionais iluminações alusivas à época. A iniciativa pertence à Câmara Municipal local, num investimento que ascende a 27 mil euros e que pretende, conforme revela a autarquia em comunicado, “apoiar a época de vendas que tanto beneficia todos os comerciantes locais”.
Nesse sentido, são “iluminadas” durante este período festivo as ruas das Portas de Mértola; de Mértola / Terreiro dos Valentes; Capitão João Francisco de Sousa; Gomes Palma; laterais da Praça Diogo Fernandes; da Liberdade; dos Infantes; das Lojas; Condes da Boavista; Dr. Brito Camacho; D. Nuno Álvares Pereira e Luís de Camões; assim como os largos dos Duques e dos Correios, a Praça da República, o edifício da Câmara de Beja; e as fachadas da Associação Comercial do Distrito de Beja e da Igreja da Misericórdia.
In Correio Alentejo
publicado por SoniaGuerreiro às 14:48

«O elogio da solidão» 

 

A solidão encontra-se frequentemente associada a sentimentos de tristeza, angústia, sofrimento, etc. Talvez por isso, quando se aborda este tema é quase sempre para encontrar formas de combater este flagelo, como se tratasse de uma verdadeira praga. Se fosse possível os partidos políticos defenderiam a sua extinção. E, caso houvesse um referendo a nossa sociedade provavelmente eliminá-la-ia.

 

As pessoas associam habitualmente a solidão aos idosos, presos, refugiados, imigrantes, etc. Na verdade, estas imagens são estereotipadas e reflectem somente uma parte da realidade. Qualquer um de nós tem diariamente vários momentos de solidão: na fila do trânsito, no transporte público, na sala de espera de um consultório, numa caminhada a pé, no ginásio, etc. Estes exemplos servem para demonstrar que a solidão ocorre no nosso dia-a-dia e não pode ser suprimida, por outro lado, ela nem sempre reproduz algo negativo ou penoso.

 

Existem inúmeras áreas artísticas em que a solidão se revela fundamental. Temos o caso da pintura, da escultura, da escrita, só para citar alguns exemplos. Será que quem intervém nestas áreas é masoquista? Não me parece. E, quando tomamos decisões importantes (apesar de podermos partilhá-las com outros) não o fazemos em solidão? A solidão é imprescindível na nossa vida mental, e, por isso, há que aprender a tirar partido dela.

 

Há algum tempo atrás falei com um jovem que fazia um percurso diário (em cada sentido) de cerca de 45 minutos de comboio para ir para as aulas. Perguntei-lhe em que é que pensava durante aquele tempo. A resposta foi simples e directa: «não penso em nada de especial, apenas aguardo que a viagem termine». Fiquei triste por ele. Este rapaz desperdiçava, deste modo fútil, os seus momentos de solidão. Transformava-os em algo estéril e vazio. Isto traduz um aspecto interessante: para muitos o silêncio interior é difícil de suportar. Mas, ao rejeitarem-no estão a proceder como um agricultor que não cultiva a terra e a deixa ao abandono.

 

A nossa solidão deve ser usada para reflectirmos sobre aquilo que nos vai acontecendo; para estruturar a nossa vida psíquica e pensarmos sobre as nossas relações, sentimentos, dúvidas, desejos, frustrações e alegrias. Actualmente, pensa-se, discute-se e fala-se muito sobre o que acontece fora de nós e, muito pouco daquilo que se passa cá dentro. As tentações para o fazer são muitas: futebol, moda, política, beleza, viagens, etc.

 

O nosso cérebro deveria ter predefinido uma espécie de "tempo de antena interior". É por isso que - nós os psiquiatras - observamos com frequência, uma certa forma de "analfabetismo da vida interior". Este é um mal que atravessa todas as classes sociais e que se encontra espalhado um pouco por toda a parte. O pior é que para a maioria, este analfabetismo passa despercebido e indetectável durante muitos, muitos anos (com frequência toda a vida).

 

Há que aproveitar a nossa solidão para "ler" e tentar compreender aquilo que se vai passando dentro de nós. Este exercício também se aprende e deve ser estimulado. A psicoterapia acaba por ser uma escola onde se descobre a ter acesso à nossa vida interior. Todavia, não é a única forma de o fazer; veja-se o caso da oração para quem tem fé...

 

Neste contexto, a solidão é óptima! Por isso, não viva cá fora, sem antes estar só, lá

dentro!

 


Pedro Afonso In Forum da Familia


publicado por SoniaGuerreiro às 08:20

20
Nov 07

Para os Pais Pensarem

Um dia, quando um homem chegou tarde a casa, cansado e irritado  apos um dia   de trabalho, encontrou esperando por si a porta o seu filho de 5 anos.
    * Papa, posso fazer-te uma pergunta?
   * Claro que sim; o que e?
   * Quanto ganhas numa hora?
   * Isso nao e da tua conta; porque me perguntas isso?! - respondeu o   homem zangado.
   * ... So para saber; por favor... va la... quanto ganhas numa  hora? -   perguntou novamente o miudo.
   * Bom... ja que queres tanto saber, ganho 10 € por hora.
   * Oh!, suspirou o rapazinho baixando a cabeca.
Passado um pouco, olhando para cima, perguntou: Papa, emprestas-me 5 € ?
O pai, furioso, respondeu: Se a razao de tu me teres perguntado isso,  foi  para me pedires dinheiro para brinquedos caros ou outro disparate qualquer,  a resposta e nao; e de castigo, vais ja para a cama. Vai pensando no menino  egoista que estas a ser. A minha vida de trabalho e dura demais para  eu  perder tempo com os teus caprichos.
O rapazinho, cabisbaixo, dirigiu-se silenciosamente para o seu  quarto e  fechou a porta.
Sentado na sala, o homem ficou a meditar sobre o comportamento do filho  e ainda se irritou mais; como se atrevia ele a fazer-lhe perguntas daquelas?
Como, ainda tao novo, ja se preocupava em arranjar dinheiro?
Passada mais ou menos uma hora, ja mais calmo, o homem comecou a ficar com remorsos da   sua reaccao. Talvez o filho precisasse mesmo de comprar qualquer coisa com os cinco euros; afinal, ate era muito raro o miudo pedir-lhe dinheiro.
Dirigiu-se ao quarto do filho e abriu devagarinho a porta.
   * Ja estas a dormir? Perguntou.
   * Nao papa, ainda estou acordado, respondeu o miudo.
   * Estive a pensar... Talvez tenha sido severo demais contigo - disse o homem. Tive um longo e exaustivo dia e acabei por desabafar contigo;
   * Toma  la os 5 € que me pediste.
O rapazinho endireitou-se imediatamente na cama, sorrindo: Oh,  papa! Obrigado! E levantando a almofada, pegou num frasco cheio de  moedas.
O pai, vendo que o rapaz afinal tinha dinheiro, comecou novamente a  ficar   zangado.
O filho comecou lentamente a contar o dinheiro, ate que olhou para o pai.
   * Para que queres mais dinheiro se ja tens ai esse? - resmungou o pai.
   * Porque nao tinha o suficiente; agora ja tenho! - respondeu o rapaz.
   * Papa, agora ja tenho 10 €, ja posso comprar uma hora do teu    tempo, nao posso? Por favor, vem uma hora mais cedo amanha; gostava tanto   de  jantar contigo...

In Forum Familia
publicado por SoniaGuerreiro às 16:26

Uma lição sobre a VIDA

Um professor de filosofia, diante da sua turma, sem dizer uma palavra pegou num frasco grande de mayonaise, mas vazio e começou a enchê-lo com bolas de golfe.

A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que "sim".

O professor agarrou então numa caixa de fósforos e a vazou todos os fósforos dentro do frasco de mayonese.

Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que "Sim".

Após a resposta, o professor pegou uma caixa de areia e a vazou alguma para dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o prof. questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um "Sim" retumbante.

O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia.

Os estudantes riram-se nesta ocasião. Quando os risos terminaram, o professor comentou:
"Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes: a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdêssemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia.

Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas.

"Se tivéssemos colocado primeiro a areia no frasco, não haveria espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastarmos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Presta atenção às coisas que realmente importam.

Estabelece as tuas prioridades, e o resto é só areia."

Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: - Então e o que representa o café?
O professor sorriu e disse: " Ainda bem que perguntaste isso!

O café é só para vos mostrar que por mais ocupada que a nossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomarmos um café com um amigo ".

In Forum da Familia

publicado por SoniaGuerreiro às 16:02

É uma notícia exclusiva Rádio Pax. Dois Pit Bull atacaram cães no Parque Industrial. Dois animais de raça Pit Bull, alegadamente pertença de moradores no Bairro da Esperança, em Beja, atacaram ontem outros cães e causaram algum pânico no parque industrial, apurou a Rádio Pax junto de trabalhadores naquele local. Os empregados de uma empresa, sedeada no Parque, conseguiram reter um dos animais Pit Bull no espaço exterior da unidade, vedado, e alertaram as autoridades. Durante duas horas as entradas e saídas estiveram condicionadas devido à presença do animal considerado perigoso. Às 18 horas de ontem, quando os funcionários municipais e a polícia se deslocaram ao local o animal estava desaparecido, pois terá sido afugentado do portão de entrada da unidade pelos empregados na hora de saída do trabalho.
Entretanto, ao início da manhã de hoje, precisamente às 08:30h, a Rádio Pax foi contactada por um funcionário da empresa onde o cão esteve “retido”, a dar conta de que o animal se encontrava no local novamente. Às 09:30h, fomos novamente informados de que o Pit Bull teria desaparecido novamente, sem que se soubesse quem o retirou ou se o mesmo fugiu.
Não é a primeira vez que um incidente desta natureza acontece e cães de raças consideradas perigosas já terão atacado e morto outros animais no Parque Industrial de Beja. Em Setembro último, um desses ataques culminou com a morte de dois cães rafeiros que fazem guarda à empresa e que eram propriedade do casal de caseiros que ali habita há três anos.

In Rádio Pax
publicado por SoniaGuerreiro às 12:20

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