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Out 07

O crescimento da criança depende de muitos factores.

Desde a alimentação até à estabilidade afectiva, tudo contribui para que ela tenha um crescimento mais ou menos saudável.

Como afirma o Dr. Carlos Vasconcelos, endocrinologista no Hospital Egas Moniz, «a nível mundial, os factores mais importantes são factores nutricionais». Mas não é só. «O crescimento de um indivíduo está correlacionado com a situação de bem-estar da própria pessoa.» Depois de reunidos todos estes factores, o que é facto é que a parte hormonal também tem grande importância no processo, principalmente a hormona do crescimento.

Havendo um déficit ou um excesso de produção desta hormona, as implicações no crescimento do indivíduo fazem-se imediatamente sentir. A importância da hormona varia consoante a etapa de crescimento em que a criança se encontra. Segundo Carlos Vasconcelos, estas etapas são três: a primeira, que acontece quando a criança nasce e há uma desaceleração do crescimento; uma segunda fase, que vai desde os dois anos de idade até ao início da puberdade, em que a hormona do crescimento desempenha um papel fundamental e, por último, a terceira fase, que ocorre durante a puberdade e em que o crescimento tanto depende da hormona do crescimento como das hormonas sexuais.

Já é possível manipular a dose de hormona do crescimento que uma criança tem. Se existir um excesso de produção destas hormonas verifica-se o gigantismo (quando o tamanho do corpo é considerado anormal para a idade) e tem de ser tratado. Esta situação é, no entanto, bastante rara. Se, pelo contrário, existe um déficit da produção dessa hormona, esse déficit tem de ser contrabalançado com hormonas fabricadas no exterior, de modo a evitar problemas de crescimento.

Dar hormonas a crianças que necessitam não é, porém, tão fácil como parece. Fabricadas artificialmente, têm um custo muito alto, o que faz com que a sua utilização seja extremamente restrita. Este facto levou já, inclusivamente, à criação de uma comissão com diversos especialistas incumbidos de decidir sobre a quem devem dar as hormonas, devidamente comparticipadas pelo Estado.


A responsabilidade editorial e científica desta informação é da JAS Farma, Comunicação.
In Sapo Saude
publicado por SoniaGuerreiro às 10:00
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