16
Jan 09

Infecção pelo vírus sincicial respiratório


A infecção pelo vírus sincicial respiratório é uma doença viral contagiosa que afecta os pulmões.

O vírus sincicial respiratório provoca surtos de doenças pulmonares todos os anos no fim do Outono e no início do Inverno. A infecção transmite-se ao inalar microgotas transportadas pelo ar que contêm o vírus ou então ao tocar numa pessoa ou em objectos infectados. O vírus sincicial respiratório é a causa mais frequente de infecções pulmonares, incluindo bronquiolite e pneumonia, em bebés e crianças pequenas. As infecções em bebés podem ser graves e até mortais. Também podem desenvolver sintomas graves as pessoas mais velhas e as que sofrem de doença pulmonar crónica. Os adultos sãos e as crianças mais velhas costumam desenvolver uma infecção pulmonar ligeira ou moderada. A infecção proporciona apenas imunidade parcial, pelo que é possível contrair a infecção mais vezes. No entanto, as infecções subsequentes pelo vírus sincicial respiratório são menos graves do que as primeiras.

Sintomas e diagnóstico

Os sintomas de infecção pelo vírus sincicial respiratório começam entre o 2.º e o 8.º dia depois do contágio. As primeiras manifestações são a congestão nasal e a garganta irritada, e vários dias depois seguem-se as dificuldades respiratórias, arquejos e tosse. Os bebés podem ter febre. Os sintomas têm tendência para serem mais leves nas crianças mais velhas e nos adultos, em quem a infecção pode parecer-se com uma gripe ou com uma constipação comum ou então não provocar qualquer sintoma. Os sintomas têm também tendência para serem mais ligeiros em quem antes possa ter estado exposto ao vírus. A infecção é mais grave nas crianças pequenas e nas pessoas com doenças subjacentes, sobretudo de índole respiratória.

O diagnóstico baseia-se normalmente nos sintomas. As análises de laboratório podem identificar o vírus ou os seus anticorpos em amostras de sangue, mas raramente são necessários.

Prognóstico e tratamento

As crianças mais velhas e os adultos costumam melhorar sem tratamento em aproximadamente 9 dias depois do aparecimento dos sintomas. No entanto, nos mais pequenos e nos que estão muito afectados, estes podem durar muito mais tempo e até pode acontecer precisarem de tratamento intensivo no hospital para manter uma respiração adequada.

publicado por SoniaGuerreiro às 22:43

31
Jul 08

Guardar ou não guardar as células estaminais do sangue do cordão umbilical?

A gravidez é um período fértil em dúvidas. Mas também é verdade que uma futura mãe está mais predisposta a procurar informação sobre os temas mais importantes para si nesta fase da sua vida. A criopreservação é um deles.

 

Há cada vez mais interesse em perceber a importância das células estaminais do sangue do cordão umbilical dos bebés para poder tomar a decisão sobre a sua criopreservação - uma decisão que tem de ser tomada antes do parto que é o único momento em que é possível efectuar a recolha.

 

O processo de recolha é extremamente simples, indolor e não envolve qualquer risco para a mãe ou para o recém nascido. O kit de criopreservação deve ser requisitado com algumas antecedência, tendo em conta que o parto pode ocorrer um pouco antes da data prevista.

 

A Crioestaminal, empresa líder e pioneira em Portugal neste processo, disponibiliza o CrioKit através do website www.crioestaminal.pt, telefone 231 410 900 ou directamente na maioria das farmácias. A Crioestaminal é o único laboratório com transplantes efectuados e o único que já ajudou a tratar uma vida em Portugal. A criança envolvida neste processo sofria de uma imunodeficiência combinada severa e foi transplantada no IPO do Porto.

 

Esta é apenas uma das mais de 60 aplicações terapêuticas das células estaminais criopreservadas. O recurso às células estaminais para o tratamento de doenças graves como sejam deficiências medulares, doenças metabólicas, imunodeficiências, hemoglobinopatias, leucemias, linfomas, etc. é cada vez mais frequente. O potencial é enorme e perspectivam-se novas aplicações terapêuticas para o futuro.

 

In Sapo Saúde

Mais informações:

http://www.crioestaminal.pt


15
Jul 07
As Academias Morangos proporcionam um ambiente estimulante e criativo a nível intelectual, social, emocional e físico, através de espaços especialmente pensados para crianças entre os 6 e 12 anos. Estes espaços encontram-se dotados das mais rigorosas normas de segurança e bem estar.
 
As Academias Morangos desenvolvem as seguintes actividades: Sala de Estudo, Inglês, Informática, Artes Plásticas, Dança, Música, Desporto, e Teatro.
 
Promovem, através da sala de estudo, o acompanhamento dos estudos da criança, nomeadamente na realização dos trabalhos de casa e apoio nas disciplinas em que esta revele mais dificuldades. A Academia cria condições para a promoção do sucesso escolar de todos os alunos.
 
A Academia Morangos, além das actividades regulares com funcionamento semanal, promove aos fins-de-semana, festas de aniversário infantis. Este serviço foi criado a pensar no divertimento das crianças num espaço à sua medida, proporcionando toda a animação, conforto e segurança.

 

A Academia disponibiliza ainda programas de férias,  transporte regular e alimentação para os seus alunos.

In site www.morangos.net


Para quem desconhece já existe esta Academia em Beja:
http://www.morangos.net/public/PortalRender.aspx?PageID={a7d08956-1224-4fdc-8e4a-92cba1d6f1b4}!



publicado por SoniaGuerreiro às 21:50

A creche tem fácil acesso e situa-se em piso térreo? Está esclarecido sobre o projecto educativo, o regulamento interno, as qualificações do pessoal e o programa de higiene das instalações? Os corredores e as escadas têm janelas para evacuar o fumo? Existe uma educadora por sala? Estas são algumas questões que um pai ou uma mãe devem poder responder para avaliar se uma creche ou jardim-de-infância são bons. E se enviar as resposta para a Deco, esta promete ajudá-lo a fazer a escolha acertada.




O formulário de avaliação está disponível no site daquela associação de consumidores (www.deco.pt) e na revista Proteste. Quem o preencher, recebe imediatamente a informação se o estabelecimento em causa é aconselhável ou não. Posteriormente, a Deco promete disponibilizar uma base de dados com todas as creches e jardins-de-infância que os consumidores visitarem, o que depende da boa adesão dos consumidores a esta campanha, iniciada em Julho.

"São algumas questões que podem ajudar os pais a escolher uma creche ou jardim-de-infância. E, também, quem já tem crianças nestas instituições pode fazer uma avaliação. Sabemos que os pais nem sempre têm possibilidade de escolha, até por razões económicas ou de falta de vaga, mas os que o podem fazer, que tenham mais esta indicação", explica Fernanda Santos, uma das técnicas da Deco responsável pela campanha.

As perguntas implicam uma visita "guiada e baseiam-se em critérios objectivos e que estão divididos por grandes áreas: localização, questões legais, projecto educativo, riscos de incêndio, segurança, número de profissionais, instalações, refeições, salas de actividades e recreios. A maioria dos critérios baseia-se em exigências da própria lei.

Fernanda Santos admite que existem dados subjectivos a ter em conta, nomeadamente a empatia que o encarregado de educação estabelece com os funcionários e o espaço durante a visita. Outro factor a ter em conta é a avaliação que fazem os pais das crianças que já frequentam o estabelecimento. Aliás, esta informação pode ser o ponto de partida para se fazer uma primeira triagem.

As creches e jardins-de-infância são geridas pelas autarquias, a quem os pais podem pedir informações.

A campanha da Deco surge na sequência de um trabalho idêntico sobre as instituições para idosos. "São equipamentos fundamentais para as famílias e há muitos estabelecimentos que não têm qualidade. Desta forma, damos a possibilidade ao consumidor de fazer uma avaliação crítica", justifica Fernanda Santos.

Aquela técnica sabe, no entanto, que a mensalidade é um factor determinante na escolha e que impede o acesso a equipamentos de qualidade. Nesse sentido, a Deco diz que "as vagas na rede pública da educação pré-escolar, previstas há dez anos na lei, são insuficientes" e lembra que o Governo prometeu aumentar a rede de jardins-de-infância , de forma a que abranjam 90% das crianças. |


DECO
publicado por SoniaGuerreiro às 11:00

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